A banda canadense Fucked Up lançou o raivoso clipe de “Queen of Hearts”, seguindo a tradição de clipes em salas de aula do Pink Floyd e Pearl Jam. Acorda aí.

Este será o troféu do prêmio HQMIx deste ano, com a criação máxima do falecido Glauco, o Geraldão, com a devida bunda de fora, seringa no nariz, copinho de cachaça e outros badulaques. Já vem tarde um homenagem à altura de Glauco, um dos maiores talentos do quadrinho nacional assassinado em 2010. A foto acima eu vi neste Flickr indicado por Fábio Bianchini.

* Reboot nas HQs é o novo preto. Depois da DC, agora são os X-Men que vão passar pela “megareformulação que vai mudar tudo para sempre” da semana. Pra resumir: a partir de julho nos EUA, com o evento “Schism”, serão duas equipes, uma liderada por Ciclope, outra por Wolverine, e a revista de publicação mais longa da Marvel, “Uncanny X-Men”, vai acabar em sua edição 544. Sendo substituída pelas revistas “Wolverine & the X-Men” e… “Uncanny X-Men #1″. Não tentem entender (Newsarama e MDM).
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* Você deve saber que “Duke Nukem Forever” é o “Chinese Democracy” dos games: um dos lançamentos mais adiados da história e repleto de problemas nos bastidores, como a obsessão do criador do jogo pra fazer algo perfeito. Pois agora que o dito cujo saiu, Carlos Merigo, do site Brainstorm 9, explica toda a lenda em detalhes. Senta que lá vem história.

* J. K. Rowling está lançando uma campanha viral misteriosa, com a hashtag #pottermore, sites misteriosos, Twitter, Youtube e o escambau. Ou seja, nada de largar o osso de Harry Potter nem tão cedo, pelo visto. O YouPix conta tudo.
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* Trailer do próximo filme dos Muppets tirando onda do Lanterna Verde. Ponto (Vulture).


* Dica de Dani Arrais: o Tumblr antisenso comum Yes, But No.
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Muitas mulheres querem ser minhas namoradas agora, pois me acham um homem feliz e criativo.

Vi no Pink Vader: este é na verdade um poster promocional para a feira de merchandising Licensing International Expo, que rolou em Las Vegas. A imagem é claramente uma montagem photoshopada das fotos dos heróis em seus filmes isolados. Enfim, tá valendo pra manter a ansiedade.

Assunto recorrente neste blog é essa atual situação socioeconômica do setor de shows de rock no Brasil, principalmente em São Paulo. E aí ontem o Planeta Terra anunciou que seus 20 mil ingressos, vendidos em três lotes de R$ 200, R$ 250 e R$ 300, se esgotaram em coisa de 16 horas. Sendo que os dois primeiros lotes ainda de madrugada, pela internet.
É o tipo de coisa que me deixa tão atordoado que preciso parar, respirar e tentar reorganizar as ideias. Pensemos macro a princípio: estamos em um país onde o samba, o funk carioca e a axé music reinam, embora o rock tenha lá sua parcela bem representada. Aí vem um festival que acontece todo ano, com apenas cinco atrações anunciadas. As duas mais importantes são uma banda que lançou um disco ótimo em 2001 e outros três razoáveis ao longo da década; e outra que é remanescente da provável banda britânica indie mais bem sucedida dos anos 90.
E 20 mil ingressos, com o mais barato custando quase uma cesta básica, se acabaram como pó por causa principalmente dessas atrações. Além, talvez, por causa da expectativa de anunciarem mais bandas do mesmo calibre ou melhores. Tudo isso acontecendo em uma madrugada de quarta-feira, quando as pessoas deveriam estar dormindo para ir trabalhar às 8h.
Eu tentei comprar. Cheguei às 10h40 em um dos postos de venda. Sem filas, sem nada. Que tranquilidade, pensei ingenuamente. Pergunto do preço e a mulher diz que já está no terceiro lote. Que somado à taxa de conveniência, custaria para mim R$ 180. Passado o choque, tentei processar e tomar uma decisão. Strokes, Beady Eye, Vaccines, Toro Y Moi e Peter Bjorn & John valiam esse esforço?
Não, não valiam. Sempre quis ver Strokes ao vivo, mesmo agora, que não está no seu auge criativo. Peter Bjorn & John eu vi e gostei em 2008, mas não careço de uma segunda vez. Toro Y Moi e Vaccines valeriam pelo fator novidade, mas ambos ainda são muito “verdes” e juntos não valeriam para mim um ingresso de R$ 50, por exemplo.
Daí por ora, não comprei. E o “por ora” dessa frase é apenas uma vã esperança de acontecer uma conjunção de bons fatores: abrir um novo lote “barato”, algum amigo me vender por um bom preço, anunciarem uma superatração que me faça comprar um ingresso tardio no mercado negro pelo triplo do preço original…
Só acho que essa situação superfaturada se torne uma lição para os organizadores do Terra tentarem facilitar a vida de seu público nos próximos anos. Troquem de local para abrigar mais gente, abaixem o valor geral do ingresso e/ou aumentem o número de ingressos nos lotes baratos, parem com essa tortura de anunciar os nomes a conta-gotas e só vendam quando tiver tudo fechado. Do contrário, perigam catalisar uma bolha que pode estourar e ferrar o setor de shows no futuro.

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Falei que andava sem paciência para folk, mas gostei dessa até. Via Stereogum.











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